segunda-feira, 8 de julho de 2024

P. 102 -6º ano AS


  1. Como ocorreu a unificação do Egito Antigo? A unificação ocorreu em 3200 a.C., quando Menés, governante do Alto Egito, centralizou o poder dos dois reinos (do Baixo e do Alto Egito) em suas mãos, tornando-se o primeiro faraó egípcio. 

 2. Quais eram as principais características da religiosidade dos antigos egípcios?  A religião dos antigos egípcios era politeísta e possuía um forte vínculo com a observação da natureza. A religiosidade estava presente nos mais diversos aspectos sociais, até mesmo na organização do Estado, pois o faraó era considerado o representante dos deuses na Terra.

 3. Qual era a ideia que os antigos egípcios tinham sobre a morte? Os egípcios acreditavam na vi da após a morte e tinham grande preocupação com o sepultamento dos mortos. As pessoas eram normalmente sepultadas com alguns de seus pertences pessoais de uso cotidiano, pois o espírito estaria aguardando seu retorno.

 4. Copie o quadro a seguir no caderno, completando-o com as funções exercidas pelos trabalhadores do Egito Antigo. Leia o exemplo



domingo, 7 de julho de 2024

Página 103 - 9º ano- AP

  Revolução de 1930?

 Os eventos de 1930 receberam, praticamente desde seu início, a designação de “revolução”. Contudo, ao longo do tempo, com base em revisões historiográficas e em muitos debates, os historiadores brasileiros passaram ora a questionar o uso do termo “revolução”, ora a aceitá-lo. Leia, agora, dois exemplos que mostram diferentes interpretações dos acontecimentos de 1930.

Trecho 1 

 O declínio das oligarquias denunciava a presença de novas forças no cenário brasileiro. A

estrutura econômica já não encontrava correspondência na estrutura política, inadequa da, obsoleta, vivendo por inércia, rotina da em seus processos e tendo de valer-se agora de recursos diversos para assegurar a sua continuação. [...] [...] A Revolução de 1930 assinala, na história brasileira, o primeiro exemplo de movimento revolucionário que parte da periferia sobre o centro. 
 SODRÉ, Nelson Werneck. Formação histórica do Brasil. 
10. ed. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 1979. p. 314, 320. 

Trecho 2 

 O país conservou íntegra a sua estrutura econômica, a terra continuou em mãos de seus antigos proprietários, o café continuou a ser o elemento dominante da nossa exportação e a fonte máxima de divisas, as classes sociais continuaram onde estavam, as relações de produção no campo permaneceram as mesmas. Só que as classes pobres ficaram ainda mais pobres. Desse modo a Revolução de 30 não foi na realidade uma revolução, como não foi igualmente um movimento puramente militar e menos ainda uma guerra civil. Talvez se pudesse classificá-la como uma insurreição político-militar com apoio parcial do povo, em bora possa continuar chamando-se Revolução de 30, nome que, com as devidas ressalvas, não prejudica ninguém. 
 BASBAUM, Leôncio. História sincera da República: de 1889 a 1930. 
4. ed. São Paulo: Alfa Omega, 1981. p. 293-294. 

1. Qual é a visão que o historiador do trecho 1 tem dos eventos de 1930? Para o historiador do trecho 1, a Revolução de 1930 “assinala, na história brasileira, o primeiro exemplo de movimento revolucionário que parte da periferia sobre o centro”. Ele utiliza de forma bastante objetiva e positiva o termo “revolução”, e, portanto, podemos afirmar que ele concorda com seu uso e que, para ele, os eventos de 1930 constituem uma revolução.

 2. Como o historiador do trecho 2 interpreta os eventos ocorridos em 1930?   Para o historiador do trecho 2, os eventos de 1930 não constituem uma revolução. Ele lista uma série de fato res que sustentam sua ideia: após os eventos de 1930, o Brasil conservou sua estrutura econômica, sendo que a terra continuou nas mãos dos mesmos proprietários e o café permaneceu como o produto mais importante de nossas exportações; as classes sociais, para ele, permaneceram as mesmas, sendo que “as classes pobres ficaram ainda mais pobres”.

 3. Ao estudar História, você já se deparou, em diversos momentos, com o conceito de “revolução”. Reflita e escreva sobre o seu significado. Para dar subsídios à sua explicação, faça uma pesquisa na internet sobre o tema. Lembre-se de considerar diferentes fontes e pontos de vista que podem complementar a sua definição.
Sugestão de resposta
O conceito de “revolução” pode variar de autor para autor, consigam construir um texto próprio em que deem um significado mais ou menos genérico para o termo. De modo geral, usa-se o conceito de “revolução” em História para identificar um processo que modifica radicalmente as estruturas estabelecidas até então em determinado local, ou mesmo em diversas regiões






Página 87 - 8 ano - AP

  Como explicar o Haiti? 

 Em um texto publicado em 2004, o historiador e cientista social Jacob Gorender fazia o seguinte questionamento sobre o Haiti: 

 No início do século XIX, o Haiti era a colônia mais produtiva das Américas e a primeira a conquistar a Independência nacional, em 1804. Como explicar então que não tenha tido uma trajetória progressista, mas, ao contrário, se tornasse o país mais pobre do continente, talvez um dos mais pobres do mundo?
   GORENDER, Jacob. O épico e o trágico na história do Haiti.
 Estudos Avançados, São Paulo, v. 18, n. 50, jan./abr. 2004. p. 295.


Responder a esse questionamento não é algo simples. Muitos historiadores perceberam que a análise histórica da situação do Haiti, do seu processo de independência e de sua trajetória deve ser feita com cuidado. Vamos ler alguns textos para obter pistas sobre o assunto.
 [...] a independência política do Haiti representou ameaça aos interesses políticos e econômicos das potências europeias, pois temiam que o acontecimento estimulasse outras colônias a lutar por emancipação.
 MATIJASCIC, Vanessa Braga. Haiti: uma história de instabilidade política. In: ENCONTRO REGIONAL DE HISTÓRIA, 20, 2010, Franca. Anais... São Paulo: ANPUH/SP, 2010. Disponível em: http://legacy. anpuh.org/sp/downloads/CD%20XX%20Encontro/PDF/Autores%20e%20Artigos/Vanessa%20 Braga%20Matijascic.pdf. Acesso em: 17 fev. 2022.
 [...] O reconhecimento diplomático do Haiti foi um processo demorado e custoso. Com poucos anos de liberdade o país já sofria um encargo econômico irrazoável de indenizar os fazendeiros franceses expulsos. E para além da dívida externa o Haiti ainda foi submetido à quarentena de seus parceiros comerciais de longa data [...].
SAMPAIO, Maria Clara S. Carneiro. Algumas reflexões sobre a história do Haiti e suas durações. Disponível em: https://www.academia.edu/2093070/Algumas_Reflex%C3%B5es_sobre_a_ Hist%C3%B3ria_do_Haiti_e_Suas_Dura%C3%A7%C3%B5es. Acesso em: 17 fev. 2022. 
 [...] Primeiro com A. Pétion [que, alguns anos após a morte de Dessalines, tornou-se presidente do Haiti], e depois sob a liderança do Presidente Boyer, os planos de distribuição de terra conquistaram apoio popular. O sistema agrícola da República como um todo passou a basear-se em uma combinação de minifúndios de camponeses e latifúndios operados por fazendeiros arrendatários. Para o antropólogo Sidney Mintz, o Haiti ingressou neste momento no sistema de pequena propriedade camponesa autossuficiente. Assim, o sonho do Estado negro moderno, envolvido em relações comerciais de âmbito internacional, teria naufragado pois a população liberta desejava terra. [...] Assim o Haiti tornou-se, lentamente, o país mais profundamente camponês do Caribe.
 VIANA, Larissa. A Independência do Haiti na Era das Revoluções. ANPHLAC. Disponível em: https://www.anphlac.org/conteudo/view?ID_CONTEUDO=416. Acesso em: 17 fev. 2022.

 • Identifique, em cada um dos textos, um aspecto do contexto pós-independência do Haiti que pode contribuir para responder ao questionamento de Jacob Gorender. Em seguida, escreva um breve texto comentando o que explicaria as dificuldades econômicas do Haiti a partir daquele momento.
 A situação do Haiti após a conquista
de sua independência foi muito difícil, principalmente em relação aos países europeus, que temiam que as lutas revolucionárias se espalhassem em outras colônias e por isso impuseram severas represálias ao jovem país. O próprio reconhecimento diplomático de sua independência por parte das nações europeias demorou para ser feito. Além disso, o país foi condicionado à quarentena das relações econômicas com seus parceiros comerciais e ainda ao pagamento de elevados valores indenizatórios aos fazendeiros que tiveram suas terras expropriadas. Diante das restrições, o Haiti não conseguiu se dese volver economicamente como uma nação moderna, inserida nas transações econômicas internacionais, e foi se caracterizando no sistema de pequena propriedade camponesa autossuficiente.

P.55. 7ºano - Auxiliadora Paiva

  1. Leia, a seguir, uma das teses formuladas por Martinho Lutero e responda: qual é o tema tratado nessa tese? De que modo essa tese se posiciona em relação às práticas da Igreja católica no século XVI? 
 41. Deve-se pregar com muita cautela sobre as indulgências apostólicas, para que o povo não as julgue erroneamente como preferíveis às demais boas obras do amor. 
 LUTERO, Martinho. 95 teses de Lutero. [S. l.]: Portal Luteranos, [201-?]. Disponível em: https://www.luteranos.com.br/lutero/95_teses.html. Acesso em: 3 fev. 2022.
 
A tese trata das indulgências. Lutero afirma a maneira cautelosa com que acredita va que a Igreja deveria tratar a questão das indulgências

 2. Elabore uma síntese dos principais fundamentos da doutrina luterana. 
A doutrina luterana pregava a salvação pela fé, a livre interpretação da Bíblia, sem necessitar da mediação de sacerdotes da Igreja; opunha-se à hierarquia eclesiástica, negava a necessidade do celibato dos padres e dos sacramentos, mantendo apenas o batismo e a eucaristia, e determinava a substituição do latim pelo idioma nacional nos cultos religiosos.

 3. Estabeleça a diferença, no que diz respeito à salvação dos seres humanos, entre a doutrina calvinista, a luterana e a católica. 
O calvinismo estabelece o princípio da predestinação absoluta, de que a salvação não depende do esforço dos homens; 
o luteranismo, por sua vez, afirma que a salvação é dada pela fé; já para a doutrina católica, a salvação é obtida pela fé e pelas boas ações.

 4. Sobre o Ato de Supremacia, aprovado pelo Parlamento inglês, responda: 
 a) Em que contexto europeu esse decreto inglês foi aprovado?  O Ato de Supremacia foi aprovado em um momento em que o governo na Inglaterra era forte e centralizado e que considerava o poder da Igreja católica como uma ameaça aos seus interesses.
 b) Qual foi a principal decisão aprovada com esse decreto?  Com o decreto, o rei passou a ser o chefe supremo da Igreja na Inglaterra e podia reprimir e reformar a estrutura da Igreja

 7. Observe a gravura a seguir e responda à questão.


• Que diferenças entre protestantes e católicos foram destacadas na gravura?  
Georg Pencz valorizou os ensinamentos protestantes em detrimento dos católicos. Na gravura, podemos perceber que o pastor luterano está com vestes mais simples, folheando a Bíblia para transmitir as mensagens contidas nela. O sacerdote católico, por sua vez, está com vestimentas mais detalhadas e pregando sem a Bíblia em um púlpito ricamente decorado. Além disso, o fato de ele ser corpulento e rechonchudo indica uma crítica aos vícios do clero, nesse caso, a gula. Por fim, alguns católicos seguram terços nas mãos, indicando que oram à Virgem Maria. Esse culto é negado pelos protestantes.


P. 36 - 7º ano - A.S.

 Quais eram os principais objetivos dos europeus com a expansão marítima? Os principais objetivos eram encontrar riquezas, como ouro, e especiarias, e desenvolver novas rotas de comércio com o Oriente.

 2. Quais dificuldades a tripulação costumava enfrentar durante o período de viagem nas embarcações?  Algumas embarcações levavam um grande número de tripulantes e a viagem podia durar meses. As condições de higiene eram precárias, os alimentos estragavam ou acabavam; além disso, havia carência de nutrientes essenciais para a saúde humana. Toda essa situação contribuía para a manifestação de doenças, o que poderia causar a morte de muitos dos tripulantes.

 3. Quais foram as principais consequências das viagens marítimas para o contexto histórico europeu? As viagens marítimas proporcionaram aos europeus estabelecer contato com os habitantes de diversas regiões do mundo, ou, em alguns casos, ampliar esse contato. Assim, houve alterações no modo de vida dos europeus, com a introdução de novos produtos de diversas regiões, além do intercâmbio cultural com os habitantes de outros continentes.

 4. No início da expansão marítima europeia, o oceano Atlântico representava o desconhecido e era visto com temor pelos marinheiros. Para compreender melhor o imaginário europeu dessa época, analise a gravura e leia o texto. Depois, responda às questões.


 [...] Espaço do incógnito e da aventura, espaço do medo, [o Atlântico] é também o espaço onde o homem se encontra com ele próprio, na superação do obstáculo, no esforço, na viagem. [...] É neste quadro complexo do imaginário atlântico que o maravilhoso tem lugar. Não tanto o maravilhoso da riqueza (que só se desenvolverá num segundo momento), quanto o maravilhoso do fantástico e do monstruoso. [...] O relato da viagem de São Brandão faz uma descrição das serpentes atlânticas, apresentando-as como seres temíveis: “Com o fogo que lança, abrasa como a boca de um forno, com uma chama tão alta e tão ardente que os [marinheiros] faz temer pela morte. O seu corpo é excessivo, e solta mugidos com maior força que quinze [touros] juntos. Só perante a ameaça dos seus dentes, teriam fugido até mil e quinhentos guerreiros. As ondas que desloca são tão altas que não necessita de mais nada para provocar uma tempestade”.
 FONSECA, Luís Adão da. O imaginário dos navegantes portugueses dos séculos 15 e 16. 
 Estudos Avançados, v. 6, n. 16, 1992. p. 45-46. 

 a ) Explique o sentido que a palavra maravilhoso apresenta no texto. A palavra “maravilhoso” foi utilizada pelo autor para se referir ao aspecto inexplicável e irracional do imaginário europeu na época das Grandes Navegações.

 b ) Como São Brandão descreve a criatura marítima? São Brandão descreve as serpentes atlânticas como seres temíveis. Segundo ele, elas lançavam fogo, faziam barulhos, apresentavam dentes ameaçadores e deslocavam grandes quantidades de água.

 c ) Comente sobre o imaginário europeu da época.  Na época da expansão marítima, os europeus apresentavam conhecimento limitado dos oceanos e de suas extensões. Por isso, imaginavam que esses espaços eram povoados por criaturas mito lógicas e desconhecidas.


P. 168 - 7 ano: Armando Santos


 7. Leia a seguir um trecho do texto publicado com as decisões do Concílio de Trento. Depois, responda às questões

 Se alguém diz que o ímpio se justifica unicamente pela fé, de tal modo que entenda que nada mais é preciso para cooperar com a graça com o fim de obter a justificação, e que não é necessário que se prepare e se disponha por um movimento da própria vontade – que seja excomungado. [...] Se alguém diz que todos os cristãos têm o poder de anunciar a palavra (de Deus) e de administrar os sacramentos, – que seja excomungado. 
 DECRETOS do Concílio de Trento. 
In: MARQUES, Adhemar; BERUTTI, Flávio; FARIA, Ricardo. 
 História moderna através de textos. São Paulo: Contexto, 2010, p. 120.
a ) Com base no que você estudou e no trecho lido, explique a relação entre as decisões apresentadas e as doutrinas reformistas. Essas decisões se opõem diretamente às teses luteranas, que previam o direito de os fiéis manifestarem a fé à sua maneira, interpretarem a Bíblia de acordo com suas próprias leituras.
 b ) Após a leitura do texto, como você analisa o impacto dos movimentos reformistas na doutrina católica?  Nas decisões apresentadas, apenas  reafirmam a doutrina católica, sem considerar as necessidades e intenções previstas nas doutrinas reformistas.

9. Leia o texto a seguir e responda às questões no caderno.

[...]
Heitor Furtado [Mendonça] chegou à Bahia autorizado a processar em última instância os desvios da fé menos gravosos, apesar de heréticos aos olhos da Inquisição, a exemplo da bigamia, sodomia, blasfêmias e assemelhados. No caso dos delitos tipicamente religiosos contra a fé católica, deve ria tão somente instruir os processos e mandar os réus presos para Lisboa, sendo este principalmente o caso de cristãos-novos com forte presunção de heresia judaica.
 [...]
VAINFAS, Ronaldo; ASSIS, Angelo A. F. A esnoga da Bahia: cristãos-novos e criptojudaísmo no 
 Brasil quinhentista. In: GRINBERG, Keila (org.). Os judeus no Brasil: inquisição, imigração e identidade.
 Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2005. p. 48.


a ) Quem era Heitor Furtado? Comente sua função. Heitor Furtado era um membro do Tribunal do Santo Ofício que foi enviado ao Brasil para investigar casos de heresia.

b ) Que situações heréticas, segundo o Tribunal do Santo Ofício, são citadas no texto?  Bigamia, sodomia, blasfêmia e prática de judaísmo.

 c ) Levante hipóteses para explicar por que Heitor Furtado tinha autorização de processar os casos considerados menos graves. Por serem menos graves, não precisavam de um auto de fé. Além disso, demonstrava aos colonos o poder do Tribunal, reprimindo, assim, práticas futuras.

 d ) Por que você considera que principalmente os cristãos-novos eram presos e levados a Lisboa?  A perseguição aos cristãos novos como o principal objetivo do Tribunal do Santo Ofício, portanto, essa era uma heresia grave, que deveria ser julgada em um tribunal propriamente dito.

Página 135 6º ano: Armando Santos

 
2. Durante o Êxodo, Moisés estabeleceu um código de conduta para o povo judeu. Que código é esse e quais são as determinações dele que você conhece? 
Os Dez Mandamentos. Adoração apenas um Deus (no caso Javé), mas também outros mandamentos, como não matar, não ter outros ídolos, não usar o nome de
Javé em vão, santificar o sábado, honrar pai e mãe, não roubar, não dar falso testamento e não cobiçar bens dos próximos.

 3. O que foi a diáspora judaica? Por que ela aconteceu?
A diáspora judaica foi um episódio da história judaica em que os hebreus tiveram de se espalhar por diversas regiões após serem expulsos do Reino de Judá pelos romanos, no século I.

4. A seguir, estão listadas quatro celebrações judaicas. Em seu caderno, redija um texto explicando cada uma delas.
a ) Pessach: Festa da Libertação, que celebra o a fuga dos hebreus do Egito. São sete dias nos quais os hebreus devem consumir o matzá.
 b ) Yom Kippur:  É o Dia do Perdão, celebrado entre setembro e outubro. Os judeus fazem orações e jejum para demonstrar arrependimento.
c ) Bar Mitzvah: Celebração que marca a passagem dos meninos judeus para a maioridade, aos 13 anos.
 d ) Chanucá: Festival das Luzes, celebrado por oito dias no mês de dezembro.

 5. Explique a relação entre as celebrações judaicas e a questão de identidade religiosa para o povo judeu. Por meio das celebrações, os judeus colocam em prática suas tradições religiosas, contribuindo para a manutenção de sua cultura e de sua identidade ao longo do tempo.

 6. Leia a seguir um trecho da Torá. 
 [...] 13 Por isso os egípcios faziam os filhos de Israel servir com dureza. 14 Assim lhes amarguravam a vida com pesados serviços em barro e com tijolos, e com toda sorte de trabalho no campo, enfim com todo o seu serviço, em que os faziam servir com dureza. [...]

Êxodo 1: 13-14. Judaísmo Ibérico. Disponível em: http://www.judaismo-iberico.org/interlinear/tanakh/0201PT.HTM. Acesso em: 11 mar. 2022.

 a ) O que é a Torá? Por que ela é importante para os judeus?  A Torá é o livro sagrado da religião judaica. Nela estão contidos cinco livros: Gênesis, Êxodo, Levítico, Números e Deuteronômio, que também fazem parte do Velho Testamento da Bíblia cristã. Ela é importante para os judeus porque os orienta acerca de seus costumes e tradições. 

 b ) Qual passagem da história hebraica está narrada no trecho apresentado?  O trecho citado aborda a passagem em que os hebreus foram escraviza dos pelos egípcios, sendo obrigados a trabalhar em serviços pesados.

 c ) Qual celebração judaica está relacionada a essa passagem? A Pessach, também conhecida como Festa da Libertação, celebra a fu ga dos hebreus do Egito para Canaã.

Página128 - 6º ano - Escola Estadual Armando Santos


1.  Analise os produtos a seguir e, depois, anote em seu caderno somente os pro dutos que eram comercializados pelos fenícios na Antiguidade.

Resposta: Madeira, tecido, alimentos, joias, metais.

3. Como se caracterizava o governo nas cidades-Estado fenícias?
Resposta: As cidades-Estado fenícias possuíam um governo centralizado, cujo domínio pertencia ao grupo mais rico da sociedade.

 4. Como era a organização social nas cidades-Estado fenícias?
Resposta: A organização social nas cidades-Estado dividia a população em duas camadas: a primeira era composta do grupo mais rico, que incluía os comerciantes, os construtores de navios e os donos de oficinas; a segunda era composta do grupo mais pobre, do qual faziam parte pequenos comerciantes, camponeses, artesãos, pescadores e escravizados.

6. Copie o quadro a seguir em seu caderno, preenchendo corretamente as lacunas de acordo com as características dos elementos relacionados à cultura fenícia.

 Alfabeto: O alfabeto fenício foi criado por volta do século VIII a.C. para atender à necessidade de con trolar e registrar as trocas comer ciais. Ele é chamado de fonético, pois cada letra representa um som.
 Embarcações: Entre as embarcações criadas pelos fenícios, estão as chamadas birreme ou trirreme, um tipo de barco movido a vela com duas ou três fileiras de remos. Essa inovação facilitou a manobra das embarcações. Produção de corante: 
O corante foi uma das mercadorias mais valiosas comercializadas pelos fenícios. Ele era obtido por meio de um pigmento de coloração vermelho-púrpura extraído de um molusco conhecido como murex e utilizado para tingir tecidos.

domingo, 19 de junho de 2022

Tá ligado p. 75

30. Explique o que é monoteísmo? Crença na existência de um único deus.

31. Apresente as características geográficas de Canaã. Canaã possuía algumas áreas férteis cercadas por regiões desérticas. O Rio Jordão permitiu a prática da agricultura e o abastecimento de água e, por isso, atraía vários povos ao redor. Desde 9000 a.C. começaram a se estabelecer aldeamentos na região de Jericó. Entre 2300 e 2000 a.C., a região já contava com diversos povos estabelecidos e era denominada Canaã.

32. Aponte a importância econômica de Canaã. Por causa da sua localização, Canaã era um local estratégico de passagem de rotas comerciais vindas do Egito, Mesopotâmia, Arábia e Fenícia.

33. Aponte as atividades desenvolvidas pelos hebreus em Canaã. Em Canaã, os hebreus dedicaram-se à agricultura e à criação de animais, organizados em comunidades familiares.

34.Quais eram as funções dos patriarcas?  Os patriarcas desempenhavam a função de chefes políticos, religiosos e familiares.

35. Apresente a origem do termo “Palestina”. O significado é “região dos filisteus” ou, em grego, Philistia.

36. Aponte as diferenças religiosas entre os hebreus e os demais povos da região da Palestina à época dos juízes. . Em Canaã, cultuava-se inúmeras religiões politeístas. Os hebreus eram os únicos a cultuar apenas um deus, ou seja, eram os únicos monoteístas.

37. Liste as classes sociais da sociedade hebraica à época da monarquia. Chefes guerreiros, funcionários letrados/ sacerdotes, camponeses e pastores



38. Explique as razões que levaram à divisão da monarquia hebraica em torno de 900 a.C.  Em seu reinado, por volta 960 a.C., o rei Salomão decretou o trabalho obrigatório, o que dificultou a vida da população camponesa. Essa medida, somada à criação de altos impostos, gerou uma grande insatisfação popular, que piorou após sua morte. A crise levou à divisão das Doze Tribos em dois reinos: Judá, com capital em Jerusalém, e Israel, com capital em Samaria

segunda-feira, 2 de novembro de 2020

 A economia colonial - Etapas da produção açucareira – A sociedade açucareira.

O clima quente, as chuvas e o solo de massapé no litoral do Nordeste tornavam favorável ao desenvolvimento da lavoura canavieira. No negócio do açúcar, os holandeses ficaram com a tarefa mais fácil e mais rentável, enquanto os portugueses ficaram com a parte mais difícil e menos lucrativa.

Economia Colonial 

Quando os portugueses decidiram colonizar o Brasil, escolheram cultivar a cana-de-açúcar. As razões eram o alto preço na Europa, o clima favorável e o conhecimento da técnica de fabricação que já possuíam das colônias na África. No início, utilizavam o trabalho escravo dos indígenas. Contudo, no século XVII, todo o trabalho já era realizado por africanos escravizados, em razão dos altos lucros obtidos com o tráfico no Atlântico. Os povos trazidos para o Brasil eram de origem banto e dominavam a técnica da metalurgia e da produção de açúcar. A cana era plantada em grandes propriedades e teve a região Nordeste como principal centro produtor de açúcar.

A sociedade Colonial

A sociedade era formada pelos senhores de engenho, que detinham o poder dominante, comerciantes, homens livres e a grande maioria, composta pelos escravos, dos quais dependia toda a economia colonial. O primeiro modelo de sociedade colonial foi o açucareiro, seguido dos modelos pecuarista e minerador. Essas sociedades apresentam um ponto em comum, que é o patriarcalismo.

Além de escravista, a sociedade do Nordeste açucareiro era agrária (os principais aspectos econômicos e sociais aconteciam em torno dos latifúndios), a sociedade era estratificada (apresentava pouca ou nenhuma mobilidade entre as classes). O grupo mais privilegiado era o dos senhores de engenho, a elite econômica, social e política. Eles eram os donos das terras, das máquinas e da mão de obra – tudo o que representava riqueza e prestígio. O símbolo máximo do poder era a casa-grande, a sede do engenho, onde o senhor vivia com a família e os criados. Por ser pai e autoridade máxima no latifúndio, diz-se que ele comandava uma sociedade patriarcal.

Com autoridade absoluta o senhor de engenho, submetia todos ao seu poder: mulher, filhos, agregados e qualquer um que habitasse seus domínios. Essa família podia incluir parentes distantes, de status social inferior, filhos adotivos e filhos ilegítimos reconhecidos. Seu poder extrapolava os limites de suas terras, expandindo-se pelas vilas, dominando as Câmaras Municipais e a vida colonial. A casa grande foi o símbolo desse tipo de organização familiar implantado na sociedade colonial. Para o núcleo doméstico convergia a vida econômica, social e política da época.


A princípio foi utilizada a mão de obra indígena e, posteriormente, a de africanos escravizados. O comércio de africanos gerava enormes lucros aos comerciantes e também à Coroa portuguesa, com os impostos cobrados sobre esse comércio. O açúcar era produzido nos engenhos onde se concentravam todas as fases da produção. Sob o poder dos senhores de engenho organizavam-se todos os setores da sociedade colonial.

As razões que fizeram com que, no Brasil colonial, a escravidão africana predominasse em lugar da escravidão dos povos indígenas podem ser atribuídas a setores da Igreja e da Coroa, que se opunham a escravização indígena; fugas, epidemias e a legislação antiescravista indígena tornou-a menos atraente e lucrativa.

Os engenhos de açúcar

Os engenhos ocupavam as grandes propriedades onde eram realizadas todas as fases da produção do açúcar, desde as plantações de cana até outros alimentos. Na casa-grande, viviam os senhores de engenho e suas famílias.

No mesmo local existia uma capela, as moradias de trabalhadores livres e a senzala, uma construção de pau a pique, sem divisões internas, onde moravam os escravos. 



 Modo de fazer: 

1.Depois de plantar e cortar a cana, os escravizados transportavam-na nos ombros ou em carros de bois até a moenda. 

2.Na moenda, a cana era moída. O caldo escorria por calhas até um recipiente grande. Dali era retirado em vasilhas e levado até as caldeiras.

 3.Na casa das caldeiras, o caldo era cozido em grandes tachos, e se retiravam dele as impurezas. Daí o melado grosso era colocado em fôrmas de barro, com um orifício no fundo, e levado para a casa de purgar. 

4.Na casa de purgar, o melado permanecia nessas formas até se cristalizar. Durante a formação dos cristais de açúcar, o furo das formas permanecia fechado. Depois era aberto, permitindo a passagem do mel. 

5.Depois, o açúcar era retirado das formas com o formato de um bloco duro (os pães de açúcar). 

6. Eles eram encaixotados e transportados nos ombros dos escravos ou em carros de bois até os pontos de venda. Repare os trabalhadores retirando os pães de açúcar das formas. 

A colônia também produzia fumo, algodão, carne, couro, cacau, aguardente e anil. Havia ainda alguns produtos da Amazônia (drogas do sertão): guaraná, castanha-do-pará, baunilha, salsa. Para o mercado interno os pequenos lavradores produziam alimentos como mandioca, milho e o feijão. O comércio era regulado pelo Pacto Colonial. O Brasil só podia vender e comprar produtos de Portugal.

PET 6 - 7 ano

 

sábado, 31 de outubro de 2020

TEMA: A exploração colonial: formas de colonização - A economia colonial - (PET-6 - 7ºano)

 

A exploração colonial: formas de colonização - A economia colonial

Palavras-chaves: colônia, metrópole, escambo, capitanias hereditárias, donatários, carta de doação e floral, Pernambuco e São Vicente, governo- geral, pacto colonial, feitorias, plantation, engenhos, mão de obra escrava, senhores de engenho, economia agraria- escravista e estratificada, senhores de engenho, casa-grande, sociedade patriarcal, trabalho compulsório e escravidão.

O “descobrimento” do Brasil faz parte de um movimento Europeu conhecido como expansão ultramarina, é sempre bom lembrar que a colonização do nosso país somente se efetiva cerca de 30 anos depois da chegada de Pedro Álvares Cabral, com a expedição de Martim Afonso de Souza. Sua expedição pode ser considerada um momento muito importante na nossa história, determinando a passagem do período que chamamos de pré-colonial para o período colonial.

A expansão marítima teve início com as grandes viagens exploratórias dos europeus entre os séculos XV e XVI, que tinham como principal objetivo romper com o monopólio no comércio de especiarias, controlado por Gênova e Veneza. A descoberta de novas terras e rotas comerciais resultou na formação de grandes impérios coloniais e fez do Velho Mundo o centro do comércio mundial.

Ao estudar história do Brasil alguns historiadores a dividem em três períodos: Colônia, Império e República. Contudo, nos 30 primeiros anos do século XVI não existiu colonização de fato. Esta fase, chamada de pré-colonial, foi marcada pela retirada do pau-brasil, com a utilização de mão-de-obra indígena baseada no escambo, pela criação de algumas feitorias e também envio de algumas expedições exploradoras e guarda - costeiras.

Durante as três primeiras décadas o Brasil foi relegado a segundo plano por Portugal, nesse momento, Estado e burguesia portugueses estavam mais interessados na África e na Ásia, porque ali os lucros eram retirados de forma imediata com o comércio das especiarias asiáticas e dos produtos africanos, como o ouro, o marfim e do escravo negro

Os lucros conseguidos com a extração do pau-brasil eram insignificantes se comparados com os afro-asiáticos.

No final da década de 1520, Portugal via uma dupla necessidade de iniciar a colonização no Brasil. Portugal passava por sérios problemas financeiros com a perda do monopólio do comércio das especiarias asiáticas. Havia também a crescente presença estrangeira, notadamente francesa, no nosso litoral, ameaçando a posse portuguesa no chamado “novo mundo”. Para controlar essa situação, o governo português enviou ao Brasil em 1530, a primeira expedição colonizadora, sob comando de Martim Afonso de Sousa. Essa expedição visava povoar a terra, defendê-la, organizar sua administração e sistematizar a exploração econômica.

O desbravador Martim Afonso de Sousa, também se destacou por ter trazido as primeiras mudas de cana-de-açúcar para a região de São Vicente (hoje São Paulo). A cana-de-açúcar foi o produto que representou o primeiro grande momento da economia colonial promovendo a instalação do primeiro engenho do Brasil (Engenho do Governador) e dando condições para fundação em 1532 de São Vicente, considerado o primeiro núcleo populacional do Brasil.

A primeira expedição levou o rei de Portugal, D. João III ao plano de subdividir o Brasil em capitanias hereditárias, esse seria o primeiro passo para colonização regular do Brasil. Essas donatarias ou capitanias hereditárias representam o primeiro projeto político-administrativo para o Brasil, reproduzindo o sistema já experimentado pelo governo português em suas ilhas no Atlântico africano.

O encontro entre portugueses e indígenas foi marcado inicialmente por um forte estranhamento entre os dois grupos. O contato entre esses povos tão diferentes variou entre relações amistosas como o escambo (A palavra escambo significa a troca de mercadorias por trabalho. Ela é muito utilizada no contexto da exploração do pau-brasil no início do século XVI). Os portugueses davam bugigangas que para os indígenas tinham um certo valor (apitos, espelhos, facas, chocalhos e etc), em troca de trabalho, os nativos deveriam cortar as árvores de pau-brasil e carregar os troncos até as caravelas portuguesas.

Por outro lado, houve conflitos, as populações indígenas foram muito prejudicadas, pois, além das mortes nos combates diretos, as doenças trazidas pelos europeus mataram muitos indígenas.

Trabalho indígena

Os povos indígenas que fizeram contato com os primeiros portugueses na América dividiam o trabalho por sexo e por idade e a terra pertencia a todos da aldeia. Até mesmo as crianças tinham suas tarefas para realizar, sendo essa uma forma de aprender. Vários grupos indígenas habitavam as terras que mais tarde seriam chamadas de Brasil, cada grupo possuía sua cultura, apesar de compartilharem de algumas 66 características comuns com outros grupos. Todo o conhecimento era dividido entre os membros da comunidade e transferido pelos mais velhos, preservando as tradições, os rituais e as festas do grupo. Entre as tarefas femininas, estava a responsabilidade de plantar, coletar frutos e raízes, tecer redes e preparar os alimentos; e as tarefas dos homens eram preparar a terra para o plantio, caçar, pescar, construir armas e canoas e cuidar da segurança do grupo.

(Novo conhecimento) A presença holandesa na economia açucareira

Na falta de metais preciosos, a solução para obter alguma forma de lucro no Brasil colônia, seria promover a produção de um gênero agrícola que tivesse grande aceitação e elevado preço no mercado europeu. O açúcar atenderia perfeitamente a essas exigências.

Desde o século XIII os europeus já conheciam o açúcar. O problema é que era caro demais, pois era produzido no Extremo Oriente e chegava à Europa em pequenas quantidades. Entre os séculos XV e XVI espanhóis e portugueses resolveram plantar cana-de-açúcar. A Espanha utilizou suas terras americanas e Portugal suas ilhas africanas.

Em 1532, Martim Afonso de Sousa criou o primeiro engenho no Brasil, distribuindo terras para que os colonos plantassem cana. Em menos de 20 anos as plantações de cana se espalharam de tal forma pelo litoral, que por volta de 1550 o Brasil já era o maior produtor mundial de açúcar. No Nordeste, especialmente em Pernambuco, encontrou-se excelentes condições de clima e solo, instalando-se rapidamente dezenas de fazendas e engenhos.

A empresa açucareira enfrentou sérios problemas pois plantar cana era uma coisa relativamente fácil, uma vez que o solo brasileiro recebia bem as mudas, já a produção do açúcar era algo bem mais complicado. O preço do envio ou compra de embarcações para transporte dos colonos e dos equipamentos, o alto custo para implantação de um engenho, pois os equipamentos eram caríssimos para época, como fornalhas, moendas e vasilhas de cobre. Nesse sentido, os holandeses surgem como peça vital para viabilizar a empresa açucareira na colônia.

Desde o século XV, os holandeses já comercializavam o açúcar produzido pelos portugueses nas ilhas atlânticas. No Brasil, emprestavam o capital, exigindo em troca os direitos de refinação e distribuição no mercado europeu, bem como, o transporte de Portugal para Holanda. Recolhiam o produto em Lisboa, refinavam e distribuíam na Europa, principalmente na França, Inglaterra e regiões do Báltico. Ficavam com a maior parte da renda gerada pela empresa açucareira brasileira, pois esta era uma época mercantilista, onde o acúmulo de capital estava bem mais na distribuição (comércio), do que na produção da mercadoria.

Ao rei de Portugal cabia uma parcela também significativa do capital gerado pelo açúcar, pois recolhia impostos dos produtores, comerciantes e transportadores do produto.

Durante os séculos XVI e XVII a empresa açucareira brasileira foi a maior do mundo ocidental. A contribuição dos holandeses para a expansão do mercado açucareiro foi um dos principais fatores para o êxito da colonização do Brasil. Destacando-se tanto no comércio, como nas finanças no velho mundo, os holandeses eram nessa época os únicos com organização comercial suficiente para criar um mercado de grandes proporções para um produto como o açúcar.

ATIVIDADE 1- ESCREVA E EXPLIQUE quais são as características dominantes da colonização portuguesa na América.

quarta-feira, 29 de abril de 2020

Tá ligado p. 14 até 24 – 6º ano

1. História é apenas o estudo do passado? Justifique sua resposta.
Tendo por base a definição do historiador  francês Marc Bloc, (1886-1944), mencionada no início do capítulo, a história pode ser entendida não apenas como um lembrança de acontecimentos ou situações passadas, mas como o estudo de todos os tipos de sociedades humanas até os dias de hoje.

Cantinho de estudos da Maria Fernanda.
Muito Lindo
2. Leia atentamente a frase: “para compreender a formação de uma realidade é preciso entender as condições históricas que permitiram o seu surgimento.” Agora, tente explicar o que seriam essas condições históricas que devem ser entendidas.
As condições históricas equivalem ao contexto geral de uma determinada sociedade. Sua situação política, econômica, social e cultural interferem diretamente nos acontecimentos determinando sua conclusão.

3. Faça uma lista das atividades dos historiadores.

Além da pesquisa histórica, podemos citar como atividades do historiador ensino e produção de textos acadêmicos, jornalísticos e didáticos.
4. Defina documento histórico.
Documento Histórico ou Fonte histórica são tudo o que os seres humanos produziram em sua longa trajetória. São testemunhos e vestígios das pessoas que viveram nas sociedades a serem estudadas. São sinais que nos permitem tentar entender como elas estavam organizadas politicamente, como era a sua produção de riquezas, quais eram as características de suas classes sociais, quais jogos praticavam.
5. Elabore um alista com cinco documentos históricos
Entre os exemplos de fontes históricas mencionadas no capítulo, podemos citar entre outros:
FONTES ESCRITAS: JORNAIS, REVISTAS DOCUMENTOS OFICIAIS (RG, CPF, CERTIDÕES DE NASCIMENTOS, CASAMENTO E ÓBITO)...
FONTES VISUAIS: MÓVEIS, ROUPAS, FOTOS, UTENSÍLIOS...
FONTES ORAIS: FILMES, MÚSICAS, LENDAS, ENTREVISTAS...
6. Explique por que os documentos históricos são representações das sociedades em que foram produzidos.
Todos os documentos são produzidos por pessoas, por agentes históricos. Nesse sentido, não são neutros, nem imparciais, mas expressam valores, visões, culturas e interesses sociais. Ao expressar tais elementos, constroem representações das sociedades em que são produzidos. Portanto, os documentos não são a tradução da realidade, mas expressões parciais.


7. Observe atentamente cada uma das imagens desta página. Identifique os objetos substituindo por tecnologia mais moderna
A vitrola foi substituída pelos aparelhos de CD.  Hoje em dia, é possível ouvir músicas em sites acessados por computadores e aparelhos de telefonia móvel. Os telefones públicos são cada vez menos visíveis em nossas cidades por causa da difusão da telefonia móvel. As máquinas de escrever foram praticamente eliminadas por computadores.


8. Comente as mudanças de comportamento ocorridas com tais situações.
Em todos os casos, há maior velocidade. Seja no acesso ás músicas. Seja na comunicação entre as pessoas, seja na produção de textos. A comunicação e a conexão de milhões de pessoas pelas redes sociais também contrasta com as dificuldades de comunicação de algumas décadas atrás. Por ouro lado, acentua-se o consumismo da sociedade.


Caderno de estudo  da Natália Fernanda
9. Com relação aos equipamentos utilizados para ouvir música, estabeleça as mudanças tecnológicas ocorridas nos últimos 50 anos.
1877: cilindro fotográfico
1887: gramofone
1920: fita magnética
1948: toca disco
1963: reprodutor de fita cassete
1979: walkman
1980 CD play
1998: MP3 play
2000: Disco de armazenamento  portáteis 
Em torno de 2014 streaming

10. Cite três medidas de tempo criadas pelos seres humanos ao longo da história.
dia(24 horas), semana(7 dias), mês (30 dias), ano(365 dias), século(100 anos), década ou decênio (10 anos).

11. Esclareça como os seres humanos elaboraram as medidas de tempo.
As primeiras medidas de tempo foram feitas com base na observação da natureza, há milhares de anos: nascer e pôr do sol, fases da lua, períodos de calor, seca ou chuvas intensas


12. Explique como a observação das constelação foi importante para a identificação das estações do ano.
Cantinho de Estudo da Natália.
A cada estação as estrelas formam desenho diferentes no céu a cada estação às forças sobrenaturais da natureza e daí à criação de divindades.
13. Explique as razões pelas quais os seres humanos criaram as festas.
Para tentar conseguir a proteção dos deuses e dos seres mágicos, os antigos realizavam festas no início das primeiras estações do ano.

14. Como as festas ajudavam a marcar a passagem do ano?
As primeiras festas ajudavam a marcar o tempo anual. Eram, portanto, instrumentos de demarcação do tempo. As festas que se repetiam (e ainda se repetem) a cada ano revelam um tipo de tempo: o tempo circular ou tempo cíclico.

15. Explique por que o tempo das origens e da criação, narrado pelos mitos, é considerado um tempo indeterminado.
Porque não apresenta referência matemática. Utiliza-se expressões genéricas para se refletir a ele: “naquele tempo”, “no princípio” ...

16. Compare o tempo histórico ao tempo dos mitos
O tempo histórico é continuo e linear, e o tempo dos mitos é cíclico e repetitivo

17. Relacione o desenvolvimento da cronologia a utilização da matemática.
A cronologia depende da referência numérica, de sucessão de quantidades de anos, e isso é possível com o desenvolvimento da matemática

18. Liste quatro medidas importantes para a divisão do tempo histórico.

Milênio (1000 ano) décadas(10 anos), anos (365 dias) século (100 anos)


19. Explique por que os jogos são semelhantes às festas.
Como a festa o jogo se constituí em um momento diferente do ritmo cotidiano. É algo extraordinário, eventual.

20. Elabore uma lisa sobre jogos dividindo-a em: jogos eletrônicos jogos esporte, jogos de tabuleiro,  jogos de dramatização e esportes radicais. Para cada divisão. Cite três exemplos.

Jogos eletrônicos: Game Machine eletrônico Pet Virtual, perguntados, Minecraft 

jogos esporte: natação, vôlei, corrida
 jogos de tabuleiro,  Xadrez, dama, banco imobiliário
jogos de dramatização: mímica, teatro, adivinhação

 jogos radicais: Skate, Surfe, Paraquedismo







continua....

domingo, 17 de setembro de 2017

Atividade 9º ano p. 170

1. Monte uma ficha sobre a Guerra Fria informando
a. O que foi: A Guerra Fria consistiu num conflito permanente entre os Estados Unidos e a União soviética, na qual os dois lados evitavam o confronto militar direto temendo que o usos de armas nucleares levassem à destruição de ambos.
b. Quais os sistemas socieconômicos rivais: Capitalismo X Comunismo
c. Quais as principais alianças militares: OTAN X Pacto de Varsóvia
d. Qual o comportamento dos governos das superpotências em relação aos que manifestaram opiniões divergentes. Ambos se comportavam de modo parecido; tanto o macarthismo quanto o stalinismo perseguiam, prenderam e provocaram a morte de seus adversários. No caso do stalinismo essas mortes são contadas aos milhões.

3. Calvin and Hobbes (Calvin e Haroldo, no Brasil) é uma série escrita e ilustrada pelo estadunidense Bill Watterson e publicada em jornais do mundo inteiro, entre 1985 e 1995, Calvin é um garoto de seis anos que tem um amigo Haroldo, um tigre muito inteligente.
 a. A qual contexto essa tirinha se refere? Justifique. Ela se refere ao contexto da Guerra Fria, em que havia uma tensão permanente entre o bloco comunista e o capitalista (ordem mundial bipolarizada). A justificativa esta no conteúdo da fala de Calvin presente nos quadrinhos três e quatro.
b. Responda coam base no texto: quem ganhou a brincadeira? Justifique. Nenhum dos dois lados, pois o combinado era que aquele que fosse acertado pelo dardo morria; ocorre que ambos foram alvejados ao mesmo tempo. Portanto, ninguém ganhou.
c. Por que Calvin considerou a brincadeira estúpida? Pelo fato de um acertar o outro ao mesmo tempo, o que, segundo as regras levariam ambos à morte.
d. A tirinha em foco contém uma crítica social ou é uma diversão? Explique. A tirinha critica o absurdo que significaria uma guerra entre EUA e a URSS, já que ambos tinham um poder equivalente de destruir e de matar, capaz de causar o fim da vida sobre a terra.

4. Observe a imagem com atenção.
a. A que plano esse cartaz de 1950 de refere? Refere-se ao Plano Marshall
b. o que foi esse plano? O Plano Marshal constituiu em um vasto programa de ajuda econômica aos países da Europa mais atingidos pela Segunda Guerra Mundial.
c. qual foi o seu resultado? Em pouco tempo o Plano Marshall atingiu seus objetivos, permitindo a rápida recuperação econômica de países como a Inglaterra, a Alemanha Ocidental e a França. Além disso, estimulou as exportações norte-americanas para a  Europa, fortaleceu a liderança mundial dos Estados Unidos e diminuiu a força do comunismo na Europa.








5. Guerra Fria e Esporte. A Guerra fria também influenciou o esporte. A tabela a seguir apresenta as medalhas obtidas pelos Estados Unidos e pela União Soviética nas Olimpíadas ocorridas entre 1960 e 1988. Observe-a com atenção.
 
a. A que se pode concluir lendo a Tabela? Pode se concluir que as Olimpíadas eram usadas tanto pelos Estados Unidos quanto pela União Soviética para provar que o seu sistema socieconômico era melhor. Daí os investimentos volumosos empenhados em seus atletas e os excelentes resultados obtidos nas provas. A União Soviética passou a disputar olimpíadas em 1952
b. Por que será que os Estados Unidos não ganharam nenhuma medalha em 1980, o mesmo acontecendo com a União Soviética quatro anos depois? O boicote feito pelos estadunidenses em Moscou, em 1980, e o troco dado pelos soviéticos em 1984, em Los Angeles.
c. Que relação se pode estabelecer entre esporte e política nos tempos da Guerra fria? No contexto da Guerra fria ficou evidente o uso político do esporte pelas superpotências, seja para evidenciar que um sistema socieconômico era superior ao outro, seja para provocar o adversário, como ocorreu em Moscou (1980) e Los Angeles, em 1984.