segunda-feira, 2 de novembro de 2020

 A economia colonial - Etapas da produção açucareira – A sociedade açucareira.

O clima quente, as chuvas e o solo de massapé no litoral do Nordeste tornavam favorável ao desenvolvimento da lavoura canavieira. No negócio do açúcar, os holandeses ficaram com a tarefa mais fácil e mais rentável, enquanto os portugueses ficaram com a parte mais difícil e menos lucrativa.

Economia Colonial 

Quando os portugueses decidiram colonizar o Brasil, escolheram cultivar a cana-de-açúcar. As razões eram o alto preço na Europa, o clima favorável e o conhecimento da técnica de fabricação que já possuíam das colônias na África. No início, utilizavam o trabalho escravo dos indígenas. Contudo, no século XVII, todo o trabalho já era realizado por africanos escravizados, em razão dos altos lucros obtidos com o tráfico no Atlântico. Os povos trazidos para o Brasil eram de origem banto e dominavam a técnica da metalurgia e da produção de açúcar. A cana era plantada em grandes propriedades e teve a região Nordeste como principal centro produtor de açúcar.

A sociedade Colonial

A sociedade era formada pelos senhores de engenho, que detinham o poder dominante, comerciantes, homens livres e a grande maioria, composta pelos escravos, dos quais dependia toda a economia colonial. O primeiro modelo de sociedade colonial foi o açucareiro, seguido dos modelos pecuarista e minerador. Essas sociedades apresentam um ponto em comum, que é o patriarcalismo.

Além de escravista, a sociedade do Nordeste açucareiro era agrária (os principais aspectos econômicos e sociais aconteciam em torno dos latifúndios), a sociedade era estratificada (apresentava pouca ou nenhuma mobilidade entre as classes). O grupo mais privilegiado era o dos senhores de engenho, a elite econômica, social e política. Eles eram os donos das terras, das máquinas e da mão de obra – tudo o que representava riqueza e prestígio. O símbolo máximo do poder era a casa-grande, a sede do engenho, onde o senhor vivia com a família e os criados. Por ser pai e autoridade máxima no latifúndio, diz-se que ele comandava uma sociedade patriarcal.

Com autoridade absoluta o senhor de engenho, submetia todos ao seu poder: mulher, filhos, agregados e qualquer um que habitasse seus domínios. Essa família podia incluir parentes distantes, de status social inferior, filhos adotivos e filhos ilegítimos reconhecidos. Seu poder extrapolava os limites de suas terras, expandindo-se pelas vilas, dominando as Câmaras Municipais e a vida colonial. A casa grande foi o símbolo desse tipo de organização familiar implantado na sociedade colonial. Para o núcleo doméstico convergia a vida econômica, social e política da época.


A princípio foi utilizada a mão de obra indígena e, posteriormente, a de africanos escravizados. O comércio de africanos gerava enormes lucros aos comerciantes e também à Coroa portuguesa, com os impostos cobrados sobre esse comércio. O açúcar era produzido nos engenhos onde se concentravam todas as fases da produção. Sob o poder dos senhores de engenho organizavam-se todos os setores da sociedade colonial.

As razões que fizeram com que, no Brasil colonial, a escravidão africana predominasse em lugar da escravidão dos povos indígenas podem ser atribuídas a setores da Igreja e da Coroa, que se opunham a escravização indígena; fugas, epidemias e a legislação antiescravista indígena tornou-a menos atraente e lucrativa.

Os engenhos de açúcar

Os engenhos ocupavam as grandes propriedades onde eram realizadas todas as fases da produção do açúcar, desde as plantações de cana até outros alimentos. Na casa-grande, viviam os senhores de engenho e suas famílias.

No mesmo local existia uma capela, as moradias de trabalhadores livres e a senzala, uma construção de pau a pique, sem divisões internas, onde moravam os escravos. 



 Modo de fazer: 

1.Depois de plantar e cortar a cana, os escravizados transportavam-na nos ombros ou em carros de bois até a moenda. 

2.Na moenda, a cana era moída. O caldo escorria por calhas até um recipiente grande. Dali era retirado em vasilhas e levado até as caldeiras.

 3.Na casa das caldeiras, o caldo era cozido em grandes tachos, e se retiravam dele as impurezas. Daí o melado grosso era colocado em fôrmas de barro, com um orifício no fundo, e levado para a casa de purgar. 

4.Na casa de purgar, o melado permanecia nessas formas até se cristalizar. Durante a formação dos cristais de açúcar, o furo das formas permanecia fechado. Depois era aberto, permitindo a passagem do mel. 

5.Depois, o açúcar era retirado das formas com o formato de um bloco duro (os pães de açúcar). 

6. Eles eram encaixotados e transportados nos ombros dos escravos ou em carros de bois até os pontos de venda. Repare os trabalhadores retirando os pães de açúcar das formas. 

A colônia também produzia fumo, algodão, carne, couro, cacau, aguardente e anil. Havia ainda alguns produtos da Amazônia (drogas do sertão): guaraná, castanha-do-pará, baunilha, salsa. Para o mercado interno os pequenos lavradores produziam alimentos como mandioca, milho e o feijão. O comércio era regulado pelo Pacto Colonial. O Brasil só podia vender e comprar produtos de Portugal.

PET 6 - 7 ano

 

sábado, 31 de outubro de 2020

TEMA: A exploração colonial: formas de colonização - A economia colonial - (PET-6 - 7ºano)

 

A exploração colonial: formas de colonização - A economia colonial

Palavras-chaves: colônia, metrópole, escambo, capitanias hereditárias, donatários, carta de doação e floral, Pernambuco e São Vicente, governo- geral, pacto colonial, feitorias, plantation, engenhos, mão de obra escrava, senhores de engenho, economia agraria- escravista e estratificada, senhores de engenho, casa-grande, sociedade patriarcal, trabalho compulsório e escravidão.

O “descobrimento” do Brasil faz parte de um movimento Europeu conhecido como expansão ultramarina, é sempre bom lembrar que a colonização do nosso país somente se efetiva cerca de 30 anos depois da chegada de Pedro Álvares Cabral, com a expedição de Martim Afonso de Souza. Sua expedição pode ser considerada um momento muito importante na nossa história, determinando a passagem do período que chamamos de pré-colonial para o período colonial.

A expansão marítima teve início com as grandes viagens exploratórias dos europeus entre os séculos XV e XVI, que tinham como principal objetivo romper com o monopólio no comércio de especiarias, controlado por Gênova e Veneza. A descoberta de novas terras e rotas comerciais resultou na formação de grandes impérios coloniais e fez do Velho Mundo o centro do comércio mundial.

Ao estudar história do Brasil alguns historiadores a dividem em três períodos: Colônia, Império e República. Contudo, nos 30 primeiros anos do século XVI não existiu colonização de fato. Esta fase, chamada de pré-colonial, foi marcada pela retirada do pau-brasil, com a utilização de mão-de-obra indígena baseada no escambo, pela criação de algumas feitorias e também envio de algumas expedições exploradoras e guarda - costeiras.

Durante as três primeiras décadas o Brasil foi relegado a segundo plano por Portugal, nesse momento, Estado e burguesia portugueses estavam mais interessados na África e na Ásia, porque ali os lucros eram retirados de forma imediata com o comércio das especiarias asiáticas e dos produtos africanos, como o ouro, o marfim e do escravo negro

Os lucros conseguidos com a extração do pau-brasil eram insignificantes se comparados com os afro-asiáticos.

No final da década de 1520, Portugal via uma dupla necessidade de iniciar a colonização no Brasil. Portugal passava por sérios problemas financeiros com a perda do monopólio do comércio das especiarias asiáticas. Havia também a crescente presença estrangeira, notadamente francesa, no nosso litoral, ameaçando a posse portuguesa no chamado “novo mundo”. Para controlar essa situação, o governo português enviou ao Brasil em 1530, a primeira expedição colonizadora, sob comando de Martim Afonso de Sousa. Essa expedição visava povoar a terra, defendê-la, organizar sua administração e sistematizar a exploração econômica.

O desbravador Martim Afonso de Sousa, também se destacou por ter trazido as primeiras mudas de cana-de-açúcar para a região de São Vicente (hoje São Paulo). A cana-de-açúcar foi o produto que representou o primeiro grande momento da economia colonial promovendo a instalação do primeiro engenho do Brasil (Engenho do Governador) e dando condições para fundação em 1532 de São Vicente, considerado o primeiro núcleo populacional do Brasil.

A primeira expedição levou o rei de Portugal, D. João III ao plano de subdividir o Brasil em capitanias hereditárias, esse seria o primeiro passo para colonização regular do Brasil. Essas donatarias ou capitanias hereditárias representam o primeiro projeto político-administrativo para o Brasil, reproduzindo o sistema já experimentado pelo governo português em suas ilhas no Atlântico africano.

O encontro entre portugueses e indígenas foi marcado inicialmente por um forte estranhamento entre os dois grupos. O contato entre esses povos tão diferentes variou entre relações amistosas como o escambo (A palavra escambo significa a troca de mercadorias por trabalho. Ela é muito utilizada no contexto da exploração do pau-brasil no início do século XVI). Os portugueses davam bugigangas que para os indígenas tinham um certo valor (apitos, espelhos, facas, chocalhos e etc), em troca de trabalho, os nativos deveriam cortar as árvores de pau-brasil e carregar os troncos até as caravelas portuguesas.

Por outro lado, houve conflitos, as populações indígenas foram muito prejudicadas, pois, além das mortes nos combates diretos, as doenças trazidas pelos europeus mataram muitos indígenas.

Trabalho indígena

Os povos indígenas que fizeram contato com os primeiros portugueses na América dividiam o trabalho por sexo e por idade e a terra pertencia a todos da aldeia. Até mesmo as crianças tinham suas tarefas para realizar, sendo essa uma forma de aprender. Vários grupos indígenas habitavam as terras que mais tarde seriam chamadas de Brasil, cada grupo possuía sua cultura, apesar de compartilharem de algumas 66 características comuns com outros grupos. Todo o conhecimento era dividido entre os membros da comunidade e transferido pelos mais velhos, preservando as tradições, os rituais e as festas do grupo. Entre as tarefas femininas, estava a responsabilidade de plantar, coletar frutos e raízes, tecer redes e preparar os alimentos; e as tarefas dos homens eram preparar a terra para o plantio, caçar, pescar, construir armas e canoas e cuidar da segurança do grupo.

(Novo conhecimento) A presença holandesa na economia açucareira

Na falta de metais preciosos, a solução para obter alguma forma de lucro no Brasil colônia, seria promover a produção de um gênero agrícola que tivesse grande aceitação e elevado preço no mercado europeu. O açúcar atenderia perfeitamente a essas exigências.

Desde o século XIII os europeus já conheciam o açúcar. O problema é que era caro demais, pois era produzido no Extremo Oriente e chegava à Europa em pequenas quantidades. Entre os séculos XV e XVI espanhóis e portugueses resolveram plantar cana-de-açúcar. A Espanha utilizou suas terras americanas e Portugal suas ilhas africanas.

Em 1532, Martim Afonso de Sousa criou o primeiro engenho no Brasil, distribuindo terras para que os colonos plantassem cana. Em menos de 20 anos as plantações de cana se espalharam de tal forma pelo litoral, que por volta de 1550 o Brasil já era o maior produtor mundial de açúcar. No Nordeste, especialmente em Pernambuco, encontrou-se excelentes condições de clima e solo, instalando-se rapidamente dezenas de fazendas e engenhos.

A empresa açucareira enfrentou sérios problemas pois plantar cana era uma coisa relativamente fácil, uma vez que o solo brasileiro recebia bem as mudas, já a produção do açúcar era algo bem mais complicado. O preço do envio ou compra de embarcações para transporte dos colonos e dos equipamentos, o alto custo para implantação de um engenho, pois os equipamentos eram caríssimos para época, como fornalhas, moendas e vasilhas de cobre. Nesse sentido, os holandeses surgem como peça vital para viabilizar a empresa açucareira na colônia.

Desde o século XV, os holandeses já comercializavam o açúcar produzido pelos portugueses nas ilhas atlânticas. No Brasil, emprestavam o capital, exigindo em troca os direitos de refinação e distribuição no mercado europeu, bem como, o transporte de Portugal para Holanda. Recolhiam o produto em Lisboa, refinavam e distribuíam na Europa, principalmente na França, Inglaterra e regiões do Báltico. Ficavam com a maior parte da renda gerada pela empresa açucareira brasileira, pois esta era uma época mercantilista, onde o acúmulo de capital estava bem mais na distribuição (comércio), do que na produção da mercadoria.

Ao rei de Portugal cabia uma parcela também significativa do capital gerado pelo açúcar, pois recolhia impostos dos produtores, comerciantes e transportadores do produto.

Durante os séculos XVI e XVII a empresa açucareira brasileira foi a maior do mundo ocidental. A contribuição dos holandeses para a expansão do mercado açucareiro foi um dos principais fatores para o êxito da colonização do Brasil. Destacando-se tanto no comércio, como nas finanças no velho mundo, os holandeses eram nessa época os únicos com organização comercial suficiente para criar um mercado de grandes proporções para um produto como o açúcar.

ATIVIDADE 1- ESCREVA E EXPLIQUE quais são as características dominantes da colonização portuguesa na América.

quarta-feira, 29 de abril de 2020

Tá ligado p. 14 até 24 – 6º ano

1. História é apenas o estudo do passado? Justifique sua resposta.
Tendo por base a definição do historiador  francês Marc Bloc, (1886-1944), mencionada no início do capítulo, a história pode ser entendida não apenas como um lembrança de acontecimentos ou situações passadas, mas como o estudo de todos os tipos de sociedades humanas até os dias de hoje.

Cantinho de estudos da Maria Fernanda.
Muito Lindo
2. Leia atentamente a frase: “para compreender a formação de uma realidade é preciso entender as condições históricas que permitiram o seu surgimento.” Agora, tente explicar o que seriam essas condições históricas que devem ser entendidas.
As condições históricas equivalem ao contexto geral de uma determinada sociedade. Sua situação política, econômica, social e cultural interferem diretamente nos acontecimentos determinando sua conclusão.

3. Faça uma lista das atividades dos historiadores.

Além da pesquisa histórica, podemos citar como atividades do historiador ensino e produção de textos acadêmicos, jornalísticos e didáticos.
4. Defina documento histórico.
Documento Histórico ou Fonte histórica são tudo o que os seres humanos produziram em sua longa trajetória. São testemunhos e vestígios das pessoas que viveram nas sociedades a serem estudadas. São sinais que nos permitem tentar entender como elas estavam organizadas politicamente, como era a sua produção de riquezas, quais eram as características de suas classes sociais, quais jogos praticavam.
5. Elabore um alista com cinco documentos históricos
Entre os exemplos de fontes históricas mencionadas no capítulo, podemos citar entre outros:
FONTES ESCRITAS: JORNAIS, REVISTAS DOCUMENTOS OFICIAIS (RG, CPF, CERTIDÕES DE NASCIMENTOS, CASAMENTO E ÓBITO)...
FONTES VISUAIS: MÓVEIS, ROUPAS, FOTOS, UTENSÍLIOS...
FONTES ORAIS: FILMES, MÚSICAS, LENDAS, ENTREVISTAS...
6. Explique por que os documentos históricos são representações das sociedades em que foram produzidos.
Todos os documentos são produzidos por pessoas, por agentes históricos. Nesse sentido, não são neutros, nem imparciais, mas expressam valores, visões, culturas e interesses sociais. Ao expressar tais elementos, constroem representações das sociedades em que são produzidos. Portanto, os documentos não são a tradução da realidade, mas expressões parciais.


7. Observe atentamente cada uma das imagens desta página. Identifique os objetos substituindo por tecnologia mais moderna
A vitrola foi substituída pelos aparelhos de CD.  Hoje em dia, é possível ouvir músicas em sites acessados por computadores e aparelhos de telefonia móvel. Os telefones públicos são cada vez menos visíveis em nossas cidades por causa da difusão da telefonia móvel. As máquinas de escrever foram praticamente eliminadas por computadores.


8. Comente as mudanças de comportamento ocorridas com tais situações.
Em todos os casos, há maior velocidade. Seja no acesso ás músicas. Seja na comunicação entre as pessoas, seja na produção de textos. A comunicação e a conexão de milhões de pessoas pelas redes sociais também contrasta com as dificuldades de comunicação de algumas décadas atrás. Por ouro lado, acentua-se o consumismo da sociedade.


Caderno de estudo  da Natália Fernanda
9. Com relação aos equipamentos utilizados para ouvir música, estabeleça as mudanças tecnológicas ocorridas nos últimos 50 anos.
1877: cilindro fotográfico
1887: gramofone
1920: fita magnética
1948: toca disco
1963: reprodutor de fita cassete
1979: walkman
1980 CD play
1998: MP3 play
2000: Disco de armazenamento  portáteis 
Em torno de 2014 streaming

10. Cite três medidas de tempo criadas pelos seres humanos ao longo da história.
dia(24 horas), semana(7 dias), mês (30 dias), ano(365 dias), século(100 anos), década ou decênio (10 anos).

11. Esclareça como os seres humanos elaboraram as medidas de tempo.
As primeiras medidas de tempo foram feitas com base na observação da natureza, há milhares de anos: nascer e pôr do sol, fases da lua, períodos de calor, seca ou chuvas intensas


12. Explique como a observação das constelação foi importante para a identificação das estações do ano.
Cantinho de Estudo da Natália.
A cada estação as estrelas formam desenho diferentes no céu a cada estação às forças sobrenaturais da natureza e daí à criação de divindades.
13. Explique as razões pelas quais os seres humanos criaram as festas.
Para tentar conseguir a proteção dos deuses e dos seres mágicos, os antigos realizavam festas no início das primeiras estações do ano.

14. Como as festas ajudavam a marcar a passagem do ano?
As primeiras festas ajudavam a marcar o tempo anual. Eram, portanto, instrumentos de demarcação do tempo. As festas que se repetiam (e ainda se repetem) a cada ano revelam um tipo de tempo: o tempo circular ou tempo cíclico.

15. Explique por que o tempo das origens e da criação, narrado pelos mitos, é considerado um tempo indeterminado.
Porque não apresenta referência matemática. Utiliza-se expressões genéricas para se refletir a ele: “naquele tempo”, “no princípio” ...

16. Compare o tempo histórico ao tempo dos mitos
O tempo histórico é continuo e linear, e o tempo dos mitos é cíclico e repetitivo

17. Relacione o desenvolvimento da cronologia a utilização da matemática.
A cronologia depende da referência numérica, de sucessão de quantidades de anos, e isso é possível com o desenvolvimento da matemática

18. Liste quatro medidas importantes para a divisão do tempo histórico.

Milênio (1000 ano) décadas(10 anos), anos (365 dias) século (100 anos)


19. Explique por que os jogos são semelhantes às festas.
Como a festa o jogo se constituí em um momento diferente do ritmo cotidiano. É algo extraordinário, eventual.

20. Elabore uma lisa sobre jogos dividindo-a em: jogos eletrônicos jogos esporte, jogos de tabuleiro,  jogos de dramatização e esportes radicais. Para cada divisão. Cite três exemplos.

Jogos eletrônicos: Game Machine eletrônico Pet Virtual, perguntados, Minecraft 

jogos esporte: natação, vôlei, corrida
 jogos de tabuleiro,  Xadrez, dama, banco imobiliário
jogos de dramatização: mímica, teatro, adivinhação

 jogos radicais: Skate, Surfe, Paraquedismo







continua....