domingo, 31 de março de 2013

De olho no presente - PAA- p. 166


De olho no presente
O dia 7 de setembro
       O dia 7 de Setembro é uma das datas comemorativas do calendário oficial do Brasil e celebrada a proclamação da independência.
       Para os contemporâneos do episódio, no entanto, ela não foi sequer mencionada na imprensa. O próprio D. Pedro não fez nenhuma menção ao fato na carta que enviou ao pai, D. João VI, datada do mesmo dia.
       O dia 7 de Setembro só passou a ser celebrado no império em 1826. Mas foi longo do século XIX e XX que o episódio foi incorporado no imaginário dos brasileiros como ato fundador da nação.
       Durante o regime militar (1964-1985), por exemplo, era muito expressiva a participação de civis, especialmente estudantes, nas comemorações da independência. Os militares investiam nos desfiles para difundir o sentimento patriótico e exaltar o regime.
      Com a queda da ditadura militar, houve um esvaziamento das celebrações, pois os desfiles estavam associados à propaganda nacionalista do regime.

Livro didático p. 166
Questões
1.      Qual era o significado do dia 7 de Setembro de 1822 na época em que ocorreu?
Nenhuma. Não houve menção do fato em nenhum jornal da época e nem mesmo nos documentos oficiais.
2.      Qual sua opinião sobre essa comemoração?
Resposta pessoal

PAA - EM. Padre Inácio p. 172

Organize o conhecimento
1. Escreva a expressão que corresponde a cada um dos itens a seguir.
a) Movimento ocorrido no Nordeste brasileiro motivado pela crise da lavoura de exportação e pelo descontentamento com o controle do comércio e dos altos cargos administrativos pelos portugueses: Revolução Pernambucana de 1817
b)Movimento ocorrido em Portugal que exigia o retorno de D. João VI à metrópole e a restrição das liberdades comerciais e políticas concedidas ao Brasil desde 1808: Revolução Liberal
c) Dissolvida por ordem de D. Pedro I e dominada por proprietários rurais, expressava as divergências das elites na organização do Estado brasileiro: Assembleia Constituinte
d) Estabeleceu à organização do Estado brasileiro em quatro poderes e a monarquia como forma de governo: Contituição de 1824
e) Região da América do Sul colonizada por espanhóis e incorporada ao Brasil pelo governo joanino: Província da Cisplatina
f) Confronto envolvendo brasileiros e portugueses motivados pela crise política do governo de D. Pedro I: Noite das Garrafadas.

Personagem p. 45 - 8º ano


Personagem p. 45
Os escravos na mineração
      No início da extração aurífera, o trabalho nas minas era realizado principalmente pelos próprios descobridores, embora vários deles possuíssem escravos indígenas. Com o tempo, cresceu bastante o número de escravos negros, comprados no Rio de janeiro, das capitanias açucareira do Nordeste ou trazidos da África.
        O escravo africano tão importante nas minas, que as maiores datas eram concedidas aos proprietários com maior número de cativos. Nunca, em nenhuma região da colônia, tinha havido uma concentração tão grande de escravos como nas Minas Gerais no auge do ouro.
      As chances de conseguir alforria, ou seja, a liberdade,  eram maiores que no engenho, mas ainda pequenas. Uma delas, instituída pelo governo, libertava o escravo que descobrisse um diamante de 20 quilates (04 gramas) ou mais. No entanto, pouquíssimos conseguiram essa façanha. As poucas alforrias explicam por que sempre houve mais escravas libertas do que escravos. Como o número de mulheres brancas em Minas Gerais era reduzido, muitas cativas conseguiam a liberdade ao se relacionarem com homens livres.

detalhe de Vila Rica, gravura de Johann Moritz Rugendas, 1835.
Note o trabalho dos escravos de origem africana na extração do
ouro de aluvião
      O trabalho nas minas era exaustivo. Extraindo o ouro de aluvião, o escravo ficava longas horas com os pés na água, sendo freguentemente atingido pela tuberculose e por outras doenças pulmonares. Nas galerias subterrâneas, os cativos estavam sujeitos à asfixia dos gases e aos riscos de soterramento. A história das minas registra vários acidentes de desmoronamento de galerias, que provocaram centenas de mortes.
     As péssimas condições de3sse trabalho ajudam a explicar as constantes rebeliões de escravos na área mineradora. Fugas, assassinatos de feitores e senhores e a formação de quilombos foram a resposta dos negros diante da brutalidade da escravidão.

Livro didático p. 45
1.       Por que o número de alforriadas era maior do que o de escravos?
Porque em Minas Gerais havia poucas mulheres brancas, o que fazia com que os homens livres se relacionassem com as escravas. Diante de tal situação ou comprava sua alforria ou as libertavam.
2.       Quais eram as condições de trabalho enfrentadas pelos escravos nas minas?
Péssimas. No caso do ouro de aluvião os escravos passavam o dia todo com os pés na água o que causavam doenças pulmonares levando-os a morte.
3.       Qual foi a reação dos escravos diante dessas condições?
Diante de tantos maus tratos os escravos fugiam, assassinavam feitores e senhores, fundavam quilombos ou se rebelavam.
4.       Que característica da atividade mineradora Rugendas procurou representar na sua gravura? Na gravura é mostrado a extração do ouro de aluvião, como podemos ver os cativos nas margens do rios lavando a terra ou retirando-a.

 

Santo do pau oco 8º ano

De olho no presente
Santo do pau oco
Com os impostos que criava, a Coroa portuguesa pretendia controlar a produção de riquezas na colônia e evitar o contrabando. No entanto, a maioria da população se sentia prejudicada com o excesso de taxas. À medida que o ouro escasseava, a partir da década de 1760, cumprir com as exigências da Coria se tornou cada vez mais difícil. Diante desses cenário, os habitantes das minas criaram diversos artifícios para driblar a fiscalização e a cobrança de impostos.
Figuras de santos entalhadas em madeiras oca transportavam ouro, diamantes e outras peças de valor. Assim, muitas riquezas foram contrabandeadas, escapando do fisco. Essas esculturas ficaram conhecidas como “santo do pau oco”
Com o tempo, a expressão “santo do pau oco” adquiriu novos significados. Atualmente, quando alguém é chamado de “santo do pau oco” que dizer que é uma pessoa dissimulada, que tenta passar uma imagem diferente do que verdadeiramente é, ou seja, não é confiável.

Questões
1.       Qual era a função do santo do pau oco na época da mineração?
Não deixar a peça de madeira rachar;
Tornar a imagem mais leve durante as procissões;
Esconder objeto de valor;
2.       O que significa santo do pau oco atualmente?
  Uma pessoa dissimulada, não confiável.

8º ano - Atividades p. 44

Atividades p. 44

1.       Tomando como base o que você estudou nesta unidade, redija um pequeno texto utilizando as palavras do abaixo
Minas Gerais, quinto, final do século XVII, Guerra dos Emboabas, casas de fundição, Mato Grosso e Goiás
Pessoal
2.       Escreva o significado dos seguintes termos.
a.       Casas de fundição:  Local onde se transformava em barras o ouro extraído pelso mineradores e se recolhi a parte que cabia à Coroa.
b.      Datas: lotes nos quais eram divididas as minas de ouro descobertas pelos mineradores. O tamanho das datas variava de acordo com o número de escravos do proprietário.
c.       Quinto: principal imposto cobrado pela Coroa portuguesa sobre o ouro extraído no Brasil. Correspondia a 20% (a quinta parte) do metal obtido pelos mineradores.
d.      Derrama: Imposto instituído pelas autoridade portuguesas que obrigava a população mineira a completar com recursos individuais a cota de ouro anual (100 arrobas) exigidas da capitania.
e.      Sistema de capitação:  Imposto instituído pelo governo luso que estabelecia a cobrança de 17 gramas de ouro por escravo.
f.        Ouro de aluvião: ouro derivado de um longo processo natural de desgaste das rochas que e lavado pelas águas das chuvas e depositado nos leitos dos rios, sendo facilmente extraído.

3.       Leia os textos abaixo para responder às questões.

Riqueza e pobreza em Minas Gerais

Texto 1
“na economia mineira,as possibilidades que tinha um homem livre com iniciativa era muito maiores [ do que nas terras do açúcar]. [...] Se dispunha de recursos, podia organizar um lavra em escala grande, com cem escravos ou mias. [...] Se seus recursos não lhe permitiam mais que financiar o próprio sustento [...], podia trabalhar ele mesmo como um faiscador. Se  lhe favorecia a sorte, [...] ascenderia à posição de empresários.”
Livro didático p. 44
Texto 2
“Na sociedade mineradora [...]eram privilegiados os elementos que tivessem maior número de escravos. Mais da metade das lavras estavam nas mãos de menos de 1/5 dos proprietários de negros [...]. a produção bruta de ouro foi elevada [...]; entretanto, o sistema colonial fez com que o fisco, a tributação sobre os escravos, o sistema monetário implantado e as importações [...] consumissem a sua maior parte [...]. Dado o baixo nível de renda, poucos foram [...] os que fizeram fortuna.”
Livro didático p. 44
a.       Quais são as duas economias comparadas no texto 1? Qual característica delas é comparada?
Informal: livre iniciativa
Formal: empresário
b.      Como o autor justifica a diferença ente as duas economias?
Dependeria dos recursos financeiros do indivíduo, Se tivesse poderia organizar uma lavra de açodo com suas posse. Já se não possuísse nenhum recurso financeiro poderia trabalhar até mesmo como faiscador.
c.       Qual é a desigualdade citada no texto 2? Qual seria a causa dessa desigualdade?
Desigualdade econômica. As lavras estavam nas mãos do grande proprietários de escravos.
d.      Por que, segundo o texto 2, o aumento da produção de ouro não significou o enriquecimento dos proprietários de lavras?
Devido as pesadas taxas de impostos cobradas pela Coroa portuguesa aos mineradores.
e.      Os dois textos apresentados a mesma visão sobre as possibilidades de enriquecimento na região das minas? Que argumentos justificam a visão de um e de outro?
Não. O texto 1 diz que qualquer individua poderia se tornar um grande minerador, dependendo de sua iniciativa. Já o texto 2 fala que as lavras já estava distribuídas entres os grandes proprietários de escravos, não restando espaço para outras pessoas.
4.       Observe a tabela e responda ás questões

Rendas e impostos arrecadados no Brasil pela administração de Portugal ( século XVIII)
Quinto do ouro e dos diamantes
38,7%
Décimo de toda a produção
15,9%
Direitos sobre escravos
5,9%
Direitos de travessia
0,9%
Contribuição para a reedificação de Lisboa e escolas públicas
2,1%
Posto de Justiça
0,8%
Arrecadação alfandegária
25,6%
Direitos de circulação de mercadoria no interior
6,2%
Monopólio do sal, sabão, aguardente, mercúrio e cartas de jogar
3,9%

Livro didático p. 44
a.       Anote, no caderno, o(s) imposto(s) que correspondia(m) a dada item abaixo.
1.       Imposto sobre a propriedade: direito sobre escravos,
2.       Imposto dobre a produção: quinto do ouro e diamantes, décimo de toda a produção,
3.       Imposto dobre o transporte e a circulação de mercadorias: Arrecadação alfandegária, Direitos de travessia, Direitos de circulação de mercadoria no interior
4.       Imposto sobre produtos exclusivos: Monopólio do sal, sabão, aguardente, mercúrio e cartas de jogar
5.       Imposto para obras públicas: Contribuição para a reedificação de Lisboa e escolas públicas
6.       Imposto judiciário: Posto de Justiça
b.      Qual atividade garantia a maior parte da renda arrecadada por Portugal?
Quinto do ouro e dos diamantes  com 38,7% dos impostos arrecadados.
c.       Quais foram as conseqüências do número elevado de impostos na América portuguesa?
Os mineiros revoltaram sobre a liderança de Felipe dos Santos.
d.      Em 1715, Lisboa foi devastada por um terremoto. Como os portugueses obtiveram recursos para reconstruir a cidade?
Instituindo mais um imposto, “Contribuição para a reedificação de Lisboa e escolas públicas”.Mesmo depois de já ter reedificado Lisboa o imposto continuou a ser cobrado.

8º ano - - Resumo - Época do ouro


A época do Ouro no Brasil

A descoberto  e a exploração do ouro

·         As primeiras descobertas

·         Guerra dos Emboabas: 1707 – 1709, Paulistas X Emboabas

A exploração de diamantes e ouro

·         Datas e faiscações

·         Cobrança de impostos

·         Casas de fundição

·         Revolta contra os impostos

·         Exploração de diamantes

7º ano Padre Inácio. p. 32

Copie o organograma no seu caderno e escreva, no lugar de cada números, a palavra correspondente. Depois, dê um título.

 
Manso senhorial
1
Principalmente servos trabalhavam (corvéia)
Destino da produção:
Castelo do Senhor feudal
3
Manso servil
Terras trabalhadas pelos
Servos
4
Tributo pelo qual o servo entregava ao senhor parte do que produzia:
talha
5
 
Manso comunal
2
 
Terras de uso comum
 ( pastos florestas e de baldios
                6
A caça era exclusiva do
Senhor Feudal
7
 
5. Leia o documento a seguir para responder às questões.
Os nobres são pessoas naturalmente isentas, aas quais, não cabe qualquer tipo de servidão de tributos. Os nobres foram escolhidos e a eles ordenado guardar e conservar o país em paz. Devem eles sobressair-se em sua vida particular e em seus costumes dando a todos o exemplo de honestidade.
Livro Projeto Araribá p. 32
a. Explique por que os nobres eram pessoas “naturalmente isentas” de tributos.
Por que eles deveriam proteger o território conservando a paz, evitando as guerras
b. Qual o papel dos nobres e a conduta que eles deveriam ter na sociedade feudal?
Deveriam ser dignas de ser seguidas, portanto deveriam praticar  sempre o bem.

 

7º ano - Padre Inácio- p. 33

Ontem e hoje

O CASAMENTO

No direito romano, as uniões entre homens e mulheres eram assunto privado. Durante a Idade Média, essa ideia de casamento foi sendo abandonada e a Igreja assumiu o controle da aliança matrimonial. No século XII o casamento público foi institucionalizado e no século seguinte tornou-se um sacramento da Igreja.
A partir de então, os cristãos deveriam escolher entre dois caminhos: dedicar-se ao sacerdócio, o que significava “casar-se” com a Igreja, ou unirem-se pelos laços do matrimônio. As alianças entre famílias cristãs por meio do casamento passaram a ser seladas em cerimônias públicas, no interior das igrejas, aos olhos de Deus e da comunidade cristã.

O controle cada vez maior da Igreja sobe o casamento se ampliou com as regras impostas para a realização do matrimônio. Proibiu-se o casamento entre quaisquer consangüíneos e o divorcio. Nascia, assim, com as regras eclesiásticas, o modelo de casamento que a Igreja Católica ainda prega nos dias de hoje, único e indissolúvel.
1.       Estabeleça a diferença entre o casamento no direito romano e o casamento na Idade Média.
No direito romano o casamento era assunto particular, assinava-se um contrato entre as partes e seus representantes. Já o casamento estabelecido pela Igreja na Idade Média passou a ser um sacramento da igreja, e controlado por ela.
2.       Identifique os grupos sociais no feudalismo que “se casavam com a Igreja” e os que se casavam com outros leigos.
Os clérigos não podiam unir em matrimônio
3.       Na sua opinião, qual o interesse da Igreja em assumir o controle do casamento?
Como no início da Idade Média o casamento ( contrato civil) havia sido deixado de lado, a Igreja aproveitou essa brecha para controlar mais ainda a sociedade, se responsabilizando pela união das famílias.
4.       Compare o casamento tal qual foi instituído pela Igreja na Idade Média com o existem nos nossos dias. O que mudou? O que permaneceu?
Nos dias atuais o casamento passou a ser um contrato civil de responsabilidade exclusivamente dos interessados (casamento civil). Ainda se preserva a tradição do casamento religioso (não mais obrigatório) realizado na Igreja por um sacerdote e com as mesma regras: indissolúvel e proibido para parentes.

6º anos - Resumo - Pré-História


 Pré- história
Estudos

·         Fontes Históricas:
ü  fósseis e vestígios materiais
ü  Arqueologia e paleontologia
A evolução do ser humano
·         O criacionismo:
·         Evolucionismo
·         Os hominídeos
·         Os primeiros Humanos
Periodização
·         Paleolítico: era da pedra lascada
ü  Nomadismo
ü  Caça, coleta e pesca
·         Neolítico: Era da pedra polida
ü  Sedentarismo
ü  Descobrimento da agricultura
·         Idade dos metais
ü  Surgimento da metalurgia
ü  Surgimento das primeiras cidades

 

6º ano - Padre Inácio - p. 32


Questões p. 32 – Padre Inácio

1.       Copie o quadro em seu caderno e complete-o com alguns exemplos.

 
Produtos agrícolas
Amimais criados
América
Milho, feijão, batata mandioca, algodão
Lhama, porco-da-índia, alpaca
Ásia
Ervilha, lentilha, painço, arroz, cânhamo
Carneiro, cabra, ganso, porco, galinha
África
Painço, sorgo, inhame
----
Europa
Aveia, centeio
Boi, cavalo

2.       De acordo com o mapa, a agricultura se iniciou em diferentes continentes ao mesmo tempo ou foi descoberta por um povo, em determinado local, e depois se espalhou pelo resto do mundo? Justifique sua resposta.

É mais provável que a agricultura tenha sido descoberta em vários continentes ao mesmo tempo. Os argumentos favoráveis a essa tese são: a adaptação particular dos diversos grupos a espécies vegetais diferentes e a ausência de contato dos americanos com os povos de outros continentes.

3.       Com base nas informações da ilustração, liste os principais resultados gerados pelo desenvolvimento da agricultura.

Especialização do trabalho;

Formação de comunidades sedentárias;

Grande aumento demográfico

4.       Em que continentes teve início o cultivo dos produtos que você costuma consumir?  Dê alguns exemplos

 Resposta pessoal.

 

segunda-feira, 25 de março de 2013

Conceitos e divisão da História

Pode-se conceituar como história a narração crítica dos fatos da humanidade.
Para facilitar o estudo da História, costuma-se dividi-la em uma linha de tempo. A linha de tempo reparte a história em grandes períodos, utilizando como marcos os grandes acontecimento de cada período:
Pré-história: compreende desde o surgimento do homem na Terra, há cerca de 3 milhões de anos, até a invenção da escrita, em 3500 a.C.
História Antiga: é o período que inicia com o surgimento da escrita até o ano de 476 d.C (fim do Império Romano do Ocidente).
História da Idade Média: é a designação dada à época entre a queda do Império Romano e a Tomada de Constantinopla pelo turcos 1453.
História Moderna: é o período que de estende do fim da Idade Média até a Revolução Francesa (1789)
História Contemporânea: é o período que se costuma contar a partir de 1789, da Revolução Francesa até nossos dias.
Esses dados servem para facilitar o estudo da História, mas é importante saber que a história é um processo dinâmico em contínua transformação e para o qual todos os seres humanos contribuem.
Os anos anteriores ao nascimento de Cristo são contados de maneira decrescente, e se usa a abreviatura a.C. para representá-los.
Esta divisão serve para as sociedades ocidentais cristãs. Culturas como a judaica , chinesa ou indiana utilizam outras referências para a contagem do tempo.